{"id":895,"date":"2021-11-12T10:52:33","date_gmt":"2021-11-12T13:52:33","guid":{"rendered":"https:\/\/pos.uel.br\/biologicas\/?page_id=895"},"modified":"2023-01-18T16:23:13","modified_gmt":"2023-01-18T19:23:13","slug":"projetos-2","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/pos.uel.br\/biologicas\/projetos-2\/","title":{"rendered":"Projetos s\u00edtio PELD"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"684\" src=\"https:\/\/pos.uel.br\/biologicas\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/JMT_5900-1-1024x684.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1171 size-full\" srcset=\"https:\/\/pos.uel.br\/biologicas\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/JMT_5900-1-1024x684.jpg 1024w, https:\/\/pos.uel.br\/biologicas\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/JMT_5900-1-300x200.jpg 300w, https:\/\/pos.uel.br\/biologicas\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/JMT_5900-1-768x513.jpg 768w, https:\/\/pos.uel.br\/biologicas\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/JMT_5900-1-1536x1025.jpg 1536w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>Estoques e Fluxos de Carbono<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>As florestas tropicais maduras armazenam grandes quantidades de carbono, enquanto  as florestas em regenera\u00e7\u00e3o fixam CO<sub>2 <\/sub> durante o seu crescimento. Ambas contribuem para redu\u00e7\u00e3o das concentra\u00e7\u00f5es de CO<sub>2 <\/sub>atmosf\u00e9rico. No entanto, ambos os ambientes est\u00e3o sob press\u00e3o antr\u00f3pica em \u00e1reas bastante fragmentadas, o que resulta em mudan\u00e7as no estoque e  fluxo de carbono. O objetivo desse projeto \u00e9 contribuir com estimavas dos estoques e compreender os fluxos de carbono, e atrav\u00e9s do monitoramento estabelecer modelos de evolu\u00e7\u00e3o sucessional e respostas da vegeta\u00e7\u00e3o e do solo frente \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas para emiss\u00f5es de carbono na Floresta Estacional Semidecidual. Os estoques e fluxos de carbono s\u00e3o mensurados desde 2015 em parcelas permanentes do PELD-MANP atrav\u00e9s da amostragem da vegeta\u00e7\u00e3o, onde todas as \u00e1rvores s\u00e3o monitoradas em conjunto com as  taxas de mortalidade, deposi\u00e7\u00e3o da serapilheira e respira\u00e7\u00e3o do solo. Espera-se apresentar um panorama das perdas adicionais de carbono pela fragmenta\u00e7\u00e3o e tamb\u00e9m sobre a din\u00e2mica dos estoques de carbono em reflorestamentos.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"684\" src=\"https:\/\/pos.uel.br\/biologicas\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/JMT_5041-1024x684.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1166 size-full\" srcset=\"https:\/\/pos.uel.br\/biologicas\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/JMT_5041-1024x684.jpg 1024w, https:\/\/pos.uel.br\/biologicas\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/JMT_5041-300x200.jpg 300w, https:\/\/pos.uel.br\/biologicas\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/JMT_5041-768x513.jpg 768w, https:\/\/pos.uel.br\/biologicas\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/JMT_5041-1536x1025.jpg 1536w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>Din\u00e2mica da Vegeta\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A convers\u00e3o das florestas em \u00e1reas agr\u00edcolas resulta na perda de grandes quantidades de habitats naturais promovendo a fragmenta\u00e7\u00e3o. Consequentemente, a redu\u00e7\u00e3o da \u00e1rea de habitat impacta as popula\u00e7\u00f5es locais levando a mudan\u00e7as no fluxo e dispers\u00e3o das esp\u00e9cies vegetais e conduzindo a taxas de extin\u00e7\u00e3o local. Adicionalmente, isso afeta o fluxo das esp\u00e9cies que conseguem chegar aos s\u00edtios de restaura\u00e7\u00e3o, podendo levar a regenera\u00e7\u00e3o natural neles a uma estagna\u00e7\u00e3o e a trajet\u00f3rias e composi\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies diferente das previstas para uma dada regi\u00e3o. Assim, esse projeto visa atrav\u00e9s do monitoramento em longo prazo da din\u00e2mica da vegeta\u00e7\u00e3o detectar padr\u00f5es de mudan\u00e7as nas trajet\u00f3rias em fragmentos de florestas maduras e s\u00edtios de restaura\u00e7\u00e3o (reflorestamentos com esp\u00e9cies nativas) do PELD-MANP. As amostragens desse projeto s\u00e3o conduzidas por meio do levantamento da vegeta\u00e7\u00e3o lenhosa e regenerantes em parcelas permanentes em ambos os ambientes e o primeiro censo foi realizado em 2015. Espera-se que a dist\u00e2ncia de fragmentos florestais e a fragmenta\u00e7\u00e3o afetem a chegada e estabelecimento das esp\u00e9cies nos reflorestamentos.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"398\" src=\"https:\/\/pos.uel.br\/biologicas\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/HAlley-1024x398.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1178 size-full\" srcset=\"https:\/\/pos.uel.br\/biologicas\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/HAlley-1024x398.png 1024w, https:\/\/pos.uel.br\/biologicas\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/HAlley-300x117.png 300w, https:\/\/pos.uel.br\/biologicas\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/HAlley-768x299.png 768w, https:\/\/pos.uel.br\/biologicas\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/HAlley-1536x597.png 1536w, https:\/\/pos.uel.br\/biologicas\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/HAlley.png 1589w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>Biomonitoramento de Nitrog\u00eanio e F\u00f3sforo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A aplica\u00e7\u00e3o excessiva de nitrog\u00eanio (N) e f\u00f3sforo (P) no solo das regi\u00f5es agr\u00edcolas tem conduzido ao aumento da disponibilidade desses elementos no solo para as esp\u00e9cies arb\u00f3reas em florestas tropicais, o que afeta diretamente as intera\u00e7\u00f5es entre elas e o solo. As esp\u00e9cies arb\u00f3reas de diferentes grupos funcionais apresentam respostas diferentes ao excesso de N e P e estas ainda n\u00e3o s\u00e3o totalmente esclarecidas para as florestas tropicais. O objetivo desse projeto \u00e9 avaliar as respostas fisiol\u00f3gicas, metab\u00f3licas e monitorar os tra\u00e7os funcionais das esp\u00e9cies arb\u00f3reas em rela\u00e7\u00e3o ao aumento na disponibilidade de N e P em fragmentos e reflorestamentos da Floresta Estacional Semidecidual. O estudo tamb\u00e9m visa entender as rela\u00e7\u00f5es entre do aproveitamento do N e P em conjunto e isoladamente. Os experimentos e ensaios ser\u00e3o realizados em casa de vegeta\u00e7\u00e3o usando indiv\u00edduos jovens de esp\u00e9cies arb\u00f3reas usadas em projetos de restaura\u00e7\u00e3o e nativas da Floresta Estacional Semidecidual para detectar altera\u00e7\u00f5es nesses indiv\u00edduos que possam sugerir mudan\u00e7as na composi\u00e7\u00e3o flor\u00edstica dessas florestas em m\u00e9dio-longo prazo.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><video controls src=\"https:\/\/pos.uel.br\/biologicas\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Macho-de-abelha-Euglossa-si\u0301tio-PELD-MANP.mp4\"><\/video><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>Ecologia de Abelhas e Vespas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>As vespas e as abelhas nativas est\u00e3o em decl\u00ednio, o que \u00e9 extremamente preocupante devido \u00e0 import\u00e2ncia desses grupos para a poliniza\u00e7\u00e3o. As abelhas s\u00e3o os principais polinizadores das angiospermas do globo. Assim, o reestabelecimento desses animais do grupo Hymenoptera \u00e9 essencial para garantir a perman\u00eancia da comunidade e diversidade de plantas em longo prazo. Esse estudo visa monitorar e avaliar a assembleia da tribo Euglossini, conhecidas popularmente como abelhas das orqu\u00eddeas, e que apresentam sensibilidade \u00e0 fragmenta\u00e7\u00e3o e dist\u00farbios ambientais. As coletas desse projeto s\u00e3o realizadas usando ninhos-armadilha com cavidades pr\u00e9-existentes onde esses animais nidificam. Espera-se que o monitoramento desses animais elucide a ecologia deles e contribua para manuten\u00e7\u00e3o desses polinizadores nos s\u00edtios de restaura\u00e7\u00e3o em longo prazo. <\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><video controls src=\"https:\/\/pos.uel.br\/biologicas\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/Vi\u0301deo-Gravadores-Auto\u0302nomos.mp4\"><\/video><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>Monitoramento de Aves<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Neste projeto monitoramos comunidades de aves em \u00e1reas de restaura\u00e7\u00e3o, em fragmentos florestais e em s\u00edtios amostrais de floresta cont\u00ednua do Parque Nacional do Igua\u00e7u. Os m\u00e9todos de campo utilizados s\u00e3o as amostragens por transec\u00e7\u00e3o, por pontos de escuta e com aux\u00edlio de gravadores aut\u00f4nomos. As an\u00e1lises s\u00e3o desenvolvidas no sentido de entender varia\u00e7\u00f5es espaciais e temporais na riqueza e composi\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies e de par\u00e2metros ecol\u00f3gicos como a Integridade Bi\u00f3tica, a Diversidade Funcional e a Diversidade de Servi\u00e7os Ecossist\u00eamicos. No Parque Nacional do Igua\u00e7u espera-se flutua\u00e7\u00f5es naturais das popula\u00e7\u00f5es de aves, j\u00e1 que \u00e9 uma grande \u00e1rea protegida, enquanto nos fragmentos florestais espera-se um decl\u00ednio das comunidades. Nas \u00e1reas de restaura\u00e7\u00e3o espera-se uma recomposi\u00e7\u00e3o paulatina das popula\u00e7\u00f5es envolvendo a montagem das comunidades.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile\" style=\"grid-template-columns:49% auto\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"486\" height=\"408\" src=\"https:\/\/pos.uel.br\/biologicas\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/PELD2.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1119 size-full\" srcset=\"https:\/\/pos.uel.br\/biologicas\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/PELD2.jpeg 486w, https:\/\/pos.uel.br\/biologicas\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/PELD2-300x252.jpeg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 486px) 100vw, 486px\" \/><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>Monitoramento de Invertebrados Terrestres (Lepidoptera)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Neste projeto monitoramos comunidades de borboletas e mariposas em fragmentos florestais e em \u00e1reas de restaura\u00e7\u00e3o em diversas localidades do norte do Paran\u00e1. Os m\u00e9todos de campo utilizados s\u00e3o: coleta ativas, utilizando rede entomol\u00f3gica e pano iluminado e coletas passivas, utilizando armadilhas para borboletas modelo &#8220;van Someren-Rydon&#8221; e armadilhas luminosas modelo &#8220;Luiz de Queiroz&#8221;. As an\u00e1lises pretendem entender par\u00e2metros ecol\u00f3gicos e varia\u00e7\u00f5es espaciais e temporais na comunidade de borboletas e de certos grupos de mariposas. Nos fragmentos florestais espera-se comunidades de lepid\u00f3pteros mais semelhantes \u00e0s grandes \u00e1reas preservadas de Mata Atl\u00e2ntica com Floresta Estacional Semi-decidual do estado, como o Parque Nacional do Igua\u00e7u; j\u00e1 nas \u00e1reas de restaura\u00e7\u00e3o, espera-se primeiramente uma menor riqueza e diversidade, com uma composi\u00e7\u00e3o bastante diferente em rela\u00e7\u00e3o as outras \u00e1reas, por\u00e9m gradualmente, ao longo do tempo, se assemelhando aos fragmentos florestais j\u00e1 estabelecidos, a partir da data de implanta\u00e7\u00e3o da restaura\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<\/div><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile\" style=\"grid-template-columns:49% auto\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><video controls src=\"https:\/\/pos.uel.br\/biologicas\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/Pecari-tajacu04_1.mp4\"><\/video><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>Monitoramento de Mam\u00edferos de M\u00e9dio e Grande Porte<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A restaura\u00e7\u00e3o florestal tem sido implementada como forma de combater a perda de biodiversidade resultante da fragmenta\u00e7\u00e3o da floresta de Mata Atl\u00e2ntica. Apesar do papel crucial dos servi\u00e7os ecol\u00f3gicos prestados por mam\u00edferos nos ecossistemas, existem poucos estudos que monitoram a din\u00e2mica de resposta de mam\u00edferos \u00e0 restaura\u00e7\u00e3o ambiental. O objetivo desse projeto \u00e9 de consolidar um monitoramento de longo prazo de mam\u00edferos de m\u00e9dio e grande porte nos s\u00edtios de restaura\u00e7\u00e3o e fragmentos florestais do PELD-MANP para obten\u00e7\u00e3o de dados que permitam avaliar: i) mudan\u00e7as na diversidade taxon\u00f4mica e funcional, e ii) o uso dos reflorestamentos por mam\u00edferos de m\u00e9dio e grande porte.<\/p>\n<\/div><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estoques e Fluxos de Carbono As florestas tropicais maduras armazenam grandes quantidades de carbono, enquanto as florestas em regenera\u00e7\u00e3o fixam CO2 durante o seu crescimento. Ambas contribuem para redu\u00e7\u00e3o das concentra\u00e7\u00f5es de CO2 atmosf\u00e9rico. No entanto, ambos os ambientes est\u00e3o sob press\u00e3o antr\u00f3pica em \u00e1reas bastante fragmentadas, o que resulta em mudan\u00e7as no estoque e [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":9,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-895","page","type-page","status-publish","hentry"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/pos.uel.br\/biologicas\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/895","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/pos.uel.br\/biologicas\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/pos.uel.br\/biologicas\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pos.uel.br\/biologicas\/wp-json\/wp\/v2\/users\/9"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/pos.uel.br\/biologicas\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=895"}],"version-history":[{"count":16,"href":"https:\/\/pos.uel.br\/biologicas\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/895\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1482,"href":"https:\/\/pos.uel.br\/biologicas\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/895\/revisions\/1482"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/pos.uel.br\/biologicas\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=895"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}